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29 de dezembro de 2011

Oficina de Papel Reciclado Artesanal
Sest-Senat Campina Grande conclui primeira oficina de Papel Reciclado Artesanal

Oficina de Papel Reciclado Artesanal

Montar o próprio negócio e ganhar dinheiro com um trabalho criativo, que só depende de quem faz. Esse é o principal objetivo da oficina de Papel Reciclado oferecida pelo Sest/Senat Campina Grande, que formou sua primeira turma nesta semana.

A oficina teve duração de 20 horas/aula e, durante o curso, os alunos participantes já confeccionaram diversas peças para uso ou comercialização.Os instrutores ministraram aulas sobre como produzir papel reciclado artesanal (4h), apresentaram todos os tipos de artesanato que podem ser produzidos com papel reciclado (4h), estudaram o passo a passo da produção de peças artesanais a base de papel reciclado (8h) e, ainda ensinaram aos futuros artesãos como montar seu próprio negócio (4h).

Além das aulas presenciais, os alunos também participaram do curso à distância de Noções sobre Meio Ambiente, com carga horária de 12 horas/aula. "O aproveitamento dos alunos foi muito bom e, diante da procura pela oficina, nós já estamos estudando a formação de novas turmas para o ano de 2012", avalia Marcelo Barros, diretor do SESTSENAT Campina Grande.

Ciro Pedroza (ciropedroza@uol.com.br)

Power Consultoria de Comunicação

Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios destaca a iniciativa 

A arte de ensinar

Coordenadora do Sest Senat de Campina Grande (PB) usa seu talento para ajudar pessoas a criar renda própria.

 Alunos aprendem com ela a gerar renda e investir em um negócio próprio.

Decorar sozinha todas as festas de aniversário dos dois filhos, ano após ano, despertou em Vanda Farias um novo talento: a habilidade do trabalho manual. E resolveu aproveitar tal aptidão ajudando o próximo por meio de seu trabalho no Sest Senat de Campina Grande, na Paraíba. Além de coordenadora de promoção social há oito anos na unidade, ela ministra regularmente oficinas de arte e geração de renda.

Autodidata, Vanda, 54 anos, afirma que desenvolveu um grande prazer em trabalhar com artesanato. E a paixão por lecionar vem de sua formação como professora. Ao longo dos anos, ministrou aulas usando quase sempre material reciclado: descanso de panela com tampinhas de garrafa, borboletas com garrafas pet, além de palhacinhos, agendas, bolsas, ornamentações de Natal, imãs de geladeira, enfeites de biscuit, entre outros produtos. Oficinas de culinária também entraram no programa: docinhos de festa, cobertura de bolo, salgadinhos, tortas e sobremesas.

A última novidade foi o papel reciclado, que aprendeu a fazer com a ajuda da Cotramare, uma cooperativa de trabalhadores de materiais recicláveis de Campina Grande. “Eu fico pesquisando e quando dá certo, eu começo a ensinar. Vamos inventando!”, afirma.

Membros de associações de moradores e clubes de mães são alunos frequentes das aulas de Vanda. Pessoas que usam o que aprendem com ela para gerar renda e investir em um negócio próprio.

Quem se beneficia das oficinas de flores de tecido são as dezenas de mulheres contratadas regularmente por fábricas de produtos de algodão colorido presentes na região. Elas são recrutadas justamente para confeccionar as flores que servem de enfeites em bolsas, cintos, redes, entre outros objetos, todos feitos com esse tipo de algodão. “As pessoas pedem e eu ensino”, conclui, com a satisfação de quem vê o seu trabalho gerando frutos.

Você conhece o algodão colorido?

O algodão já foi a maior riqueza da Paraíba. Depois de passar por um período de crise, ele retornou com toda a força. Só que agora, o algodão já sai das plantações colorido. A novidade é resultado de uma parceria entre os pesquisadores da Empresa Brasileira de Planejamento Agrícola (Embrapa) e as indústrias da região.

O ciclo do algodão teve seu momento mais importante na década de 1920. O clima semi-árido favorecia a produção. No fim dos anos 70, as pragas e a seca colocaram um ponto final nessa riqueza.

Enquanto tentavam descobrir como controlar as pragas, os pesquisadores encontraram no meio dos flocos brancos um tipo diferente, um algodão colorido. A fibra não tinha resistência e durante dez anos foram feitas pesquisas na Embrapa. Em 2000, os técnicos chegaram a uma nova espécie, nas cores marrom e verde.

“Têm uma resistência da fibra muito boa, todos os dois. São materiais resistentes. E são materiais que vão para a indústria sem a necessidade de tingimento”, explica Luis Carvalho, pesquisador da Embrapa-PB. Os fabricantes de tecidos se interessaram. E os produtores souberam aproveitar a oportunidade.

Fonte (com adaptações): Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

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