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18 de março de 2014

Priorização ao transporte público
Fetronor reforça pedido de prioridade às faixas exclusivas

Priorização ao transporte público

Na semana passada o Governo Federal repassou mais de um bilhão de reais para as obras de Mobilidade Urbana das cidades de João Pessoa e Natal, as duas únicas cidades da base da Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Nordeste que ainda não possuem faixas exclusivas para ônibus. Diante desta nova injeção financeira, a Fetronor aponta que seja dada prioridade ao transporte público por parte das autoridades.

O presidente Eudo Laranjeiras espera que ocorra a tão esperada implantação das faixas exclusivas. "Está na hora das autoridades darem prioridade ao transporte público e atender a nossa antiga reivindicação das faixas exclusivas para ônibus, um projeto de baixo custo, prático, de efeito instantâneo e que gera diminuição no tempo de viagem e oferece mais qualidade ao usuário", reivindica Eudo.

De acordo com o dirigente, as outras duas cidades da base da Fetronor, Recife e Maceió, já implantaram as faixas e estão colhendo ótimos resultados. "No Recife e em Maceió, a faixa exclusiva melhorou o tempo de viagem do ônibus em 50%. A velocidade média passou de 12 km para 24 km, diminuindo os engarrafamentos e melhorando a qualidade do serviço aos usuários que chegam mais rápidos aos seus destinos", revela o presidente.

São Paulo, a maior cidade do país e dona de um dos maiores índices diários de congestionamento de veículos do mundo, também adotou a faixa exclusiva de ônibus e vem colhendo resultados excelentes. "Lá, a prefeitura vem implantando 20 km de faixa por semana, pois um estudo realizado pela Companhia de Engenharia de Tráfego da Prefeitura de São Paulo comprovou a eficácia das faixas exclusivas para ônibus. A velocidade dos ônibus no trecho norte-sul da capital paulista, onde o sistema foi implantado, deu um salto de 108%, passando de 13,23 km/h para 27,5 km/h, favorecendo quem anda de ônibus e corrigindo uma grande injustiça social, pois cerca de 65% da população que se desloca nas cidades, o fazem de transporte coletivo, mas infelizmente o espaço nas vias tem 90% de ocupação pelo transporte individual", encerra Eudo.

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