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09 de março de 2020

Setor de transporte
fica estagnado em 2019

Setor de transporte

De acordo com dados do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgados nesta quarta-feira, 04 de março de 2020, o PIB (Produto Interno Bruto) cresceu 1,1% em 2019 frente a 2018. O dado mostra uma redução no nível de crescimento, que foi de 1,3% em 2018 e 2017. Foram registradas retrações de 3,5% em 2015 e 3,3% em 2016

Mas um recorte feito pela CNT – Confederação Nacional do Transporte mostra que o setor cresceu somente 0,2% em todo o ano passado, ou seja, praticamente ficou estagnado.

O resultado inclui transportes de passageiros e de cargas; por vias terrestres, fluviais e aviação, além de armazenagem e correio.

Em nota, publicada pela confederação nesta quarta-feira, o baixo desempenho da economia como um todo é apontado como um dos principais motivos da estagnação.

"O crescimento do transporte no acumulado do ano veio abaixo do desempenho da economia geral, com uma taxa de expansão de 0,2%, ou seja, mais próxima da estabilidade do que de um crescimento efetivo. Entre os fatores que podem explicar esse resultado estão: o baixo crescimento da economia total, que impacta a demanda por serviços de transporte; os efeitos de Brumadinho sobre o transporte ferroviário; e a forte queda das exportações, que traz prejuízo para toda a cadeia logística de escoamento de mercadorias brasileiras para o comércio exterior"

Segundo o IBGE, o PIB, que é a soma das "riquezas produzidas", totalizou R$ 7,3 trilhões em 2019.

O PIB per capita alcançou R$ 34.533, (em valores correntes) em 2019, um avanço (em termos reais) de 0,3% em relação a 2018.

O setor de transportes está inserido no item "serviços do IBGE" e, conforme os dados oficiais, só ficou à frente de "administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social".

"O setor de serviços cresceu 1,3%, puxado por atividades de informação e comunicação (4,1%), atividades imobiliárias (2,3%), comércio (1,8%), outras atividades de serviços (1,3%), atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (1,0%) e transporte, armazenagem e correio (0,2%). A atividade de administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,0%) se manteve estagnada no ano."

Fonte: Diário do Transporte

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